Voar Alto e com Estilo: Guia de Moda Masculina para Voos de Longa Duração

Quando o assunto se trata de voos de longa duração, paira a dúvida sobre o que vestir para enfrentar horas em aeroportos, traslados, conexões e principalmente o tempo de confinamento dentro das aeronaves. Seja viajando no conforto da classe executiva ou nas restrições de espaço da classe econômica, a preferência sempre deve ser dada ao conforto e a praticidade do vestuário.  Roupas mais escuras, feitas com tecidos que não amassem tanto, e que sejam maleáveis, são as melhores opções.  Sempre observo o uniforme dos comissários de companhias aéreas como fonte de inspiração, pois nada melhor do que se espelhar em quem viaja com frequência e como fonte de trabalho e modo de vida.

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Aeroporto Internacional Tom Jobim, Galeão, Rio de Janeiro

 No passado cometi muitos erros escolhendo voar com roupas que havia acabado de comprar.  Somente quando ia tentar me ajeitar no assento da aeronave para poder tirar algumas horas de sono, durante voos noturnos, que me dava conta que a roupa nova espetava, ou era apertada demais, ou tinha um je ne sais quoi que não me tornava confortável durante a jornada de confinamento.

Junto a roupas muito novas, outro perigo ao viajar são os apetrechos de vestuário como relógios, cordões, anéis e cintos.  Todos devem ser retirados para a passagem pelo raio-X se tiverem algo de metal em sua composição. E tudo isso contribui para elevar o nível de stress no meio de tantas outras funções, como por exemplo certificar-se de que o passaporte e o cartão de embarque estão em mãos, ou de que todos os eletrônicos foram retirados da bagagem de mão e colocados em bandejas plásticas para inspeção pelo raio-X.

Quando viajo dou preferência a tons escuros, tecidos com elastano, jaquetas de zíper e nada de sapatos apertados ou cintos. Experimento todas as peças antes de fechar a mala e só carrego aquelas que combinem entre si.  Para facilitar a escolha do que levar, penso em uma gama de cores que se entrosam. Por exemplo, escolho tons entre o preto e cinza, ou bege e terra, ou azul e branco.  Escolhendo tons específicos, e não fugindo deles, facilita a combinação e evita a escolha de peças desnecessárias.

Deixo uma dica final: leve consigo uma bolsa extra, e que seja dobrável, dentro da mala.  Ela serve para carregar as eventuais compras feitas durante a viagem. Comprar roupas fora do país, mesmo em tempos de crise, ainda vale a pena. Minha leve bolsa dobrável de nylon não precisa voltar cheia ao fim da viagem, mas sempre me acompanha no retorno à casa repleta de novidades e boas lembranças de minhas andanças pelo mundo.

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Calca Zara Man, t-shirt G-Star Raw, jaqueta American Rag, relógio e tênis Diesel. Acervo pessoal. Fotos por L. M. Dantas

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Gus Dantas, publisher gusdantaslife, ja fez voos de longa duração atravessando o Atlântico, o Pacifico, o continente Asiático, e do norte ao sul das Américas.  Seu último voo, em julho de 2016, do Rio em direção a Portugal, o leva a Lisboa, Porto, Bruxelas, Rotterdam, Utrecht, Colonia, Berlim, Budapeste, Varsóvia e Praga.


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