BATE-VOLTA com EDUARDO VICENTINI e ADRIANO YEDO

Neste BATE-VOLTA temos uma dupla entrevista com a dupla de multi empreendedores Eduardo Vicentini e Adriano Yedo.  Proprietários da Green Dish, marca de comidas balanceadas com delivery system e seu próprio restaurante em Copacabana, e produtores da day party carioca de sucesso, a festa Joy, essa dupla nunca fica parada. Seu mais novo empreendimento, o Solar do Alto, promete agitar a cena hoteleira do Rio trazendo suítes descoladas e com decoração individual para a região do Itanhangá e Alto da Boa Vista.  Tendo viajado o mundo a turismo e mais recentemente percorrido o Brasil a trabalho com a festa Joy, a dupla divide aqui suas experiências num animado BATE-VOLTA:

 

EDUARDO VICENTINI & ADRIANO YEDO

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Minha última viagem:

(Eduardo) Minha última viagem foi a Salvador onde produzi a festa Joy. Foi a minha terceira visita a cidade.  Apesar de gostar muito da capital baiana, durante esta última viagem a trabalho não tive a oportunidade de aproveitar nada das maravilhas que cidade tem a oferecer.

(Adriano) O que considero minha última viagem foi a que fizemos ao Chile, no começo deste ano, onde produzimos a festa Joy em Santiago e Viña del Mar. Nessa viagem consegui tirar 10 dias para turismo e para relaxar.

Quero muito conhecer:

(Eduardo)  Tenho muita vontade de conhecer a Croácia e a Tailândia. Amo viajar para destinos de praias e baladas.  A Croácia quero conhecer por sua beleza histórica. Quanto a  Tailândia, já vi muitos filmes passados nesse país e fiquei apaixonado. Além do que, sei que oferece um ótimo custo beneficio.

(Adriano) Uma viagem que eu tenho muita vontade de fazer é para o sul da França, onde gostaria de conhecer os castelos do país. Gosto muito de história, então tenho verdadeiro fascínio com a ideia de vidas passadas e do que possa ter acontecido nessas antigas residências da aristocracia francesa.

Voltaria num piscar de olhos: .

(Eduardo) Para mim Ibiza. De todos os destinos que conheci no mundo, esse foi uma das grandes surpresas. Sempre sonhei em conhecer a ilha pela fama da vida noturna. Quando entrei no voo para Ibiza me surpeendi com a quantidade de famílias e idosos indo para lá. E quando cheguei, me encantei não somente com as praias paradisíacas, mas com o velho centro, seus restaurantes bacanas e o atendimento sempre impecável. Ah, e claro, me encantei com suas festas extraordinárias.

(Adriano) Sem dúvida, Paris.

Fui mas não preciso retornar:

(Eduardo) Atenas. Apesar dos monumentos históricos tive uma experiência muito ruim na cidade devido a uma intoxicação alimentar. As temperaturas acima de 50 graus, a pobreza da cidade, e uma sensação de insegurança me assustaram.  Me senti coagido com a quantidade de moradores de rua. Apesar de ter adorado o Acropolis, o que validou a viagem, não voltaria.

(Adriano) Por incrível que pareça fui a Mykonos mas não voltaria por agora. Apesar de ter sido uma viagem maravilhosa e de sempre ter tido uma vontade imensa  de conhecer a Grécia, Myknos me deu a impressão de ter um turismo limitado talvez devido a época do ano durante uma semana de festas eletrônicas. O quotidiano da viagem se via focado em torno de praias e festas, o que fez com a viagem se tornasse cansativa.

Para economizar:

(Eduardo)  Teresópolis, especificamente na casa de um amigo. Ele tem uma casa super aconchegante onde um riacho passa por debaixo do quarto de hóspedes, o que cria um clima perfeito para visitar e relaxar.

(Adriano) Como eu moro no Rio e tenho o hábito de receber amigos de fora do Brasil, recebo diversos convites em retribuição. Minha dica é escolher uma viagem que concilie uma visita a alguém querido.

Para esbanjar:

(Eduardo) Paris. Ainda não conheco mas acredito que seria o meu destino escolhido para esbanjar caso estivesse com muitos euros no bolso para comer nos melhores restaurantes e comprar, sem preocupação, nas melhores grifes.

(Adriano) Como a minha vontade é conhecer os castelos da França, eu gostaria muito de poder me hospedar em alguns deles para vivenciar um pouco da vida da antiga monarquia francesa e poder, sem pressa, passear por todos eles.

Vi e me marcou:

(Eduardo) Eu morei um ano em NY e foi uma ano histórico na minha vida. Sem dúvida é uma cidade completamente  diferente para quem mora e para quem faz turismo. O turismo na cidade é mágico, com várias opções de  pontos turísticos, compras e restaurantes. Já para morar é extremamente desafiador. O começo é difícil devido a dificuldade em se criar vínculos afetivos. Chega a ser cruel devido a competitividade de pessoas capacitadas do mundo inteiro disputando a mesma vaga. Apesar de tudo, o fato de ter conseguido me destacar profissionalmente por lá foi um marco na minha vida.

(Adriano) Um lugar que marcou muito e que não imaginava foi a Suíça. Como um local pode ser tão limpo, organizado e eficiente?  Existe uma igualdade de classes onde altos executivos comem nas ruas junto de pessoas comuns.  É muito agradável andar pelas ruas, pedalar  e tomar transporte público observando as montanhas dos Alpes.  Tive a sensação que por lá poderia envelhecer com tranquilidade.

Um roteiro:

(Eduardo) Ao ver a palavra roteiro penso no roteiro que fiz pela Europa, que foi um sonho, e que sempre indico aos amigos. Fui do Rio a Barcelona, cidade que me cativou e onde moraria facilmente. De Barcelona fui a Ibiza onde passei os melhores dias da minha vida e quase não dormi tentando aproveitar as 24 do dia. De Ibiza fui a Santorini, que é incrível para relaxar com paz e tranquilidade e curtir um clima romântico. De lá parti para Mykonos onde passei uma semana durante o festival de musica eletrônica, onde tudo era um agito. Ao fim, passei por Atenas para mergulhar um pouco na cultura grega,  e por Madrid, onde retornaria sem dúvida.

(Adriano) Gostaria de pegar um voo para a Europa e fazer um cruzeiro passando por toda a costa, desde o mar Mediterrâneo até os mares Adriático e o Egeu. Gosto de viajar acompanhado e portanto recomendo também um roteiro que inclua um por do sol em Santorini com um barco a disposição.

O melhor de viajar é:

(Eduardo) Conhecer novas culturas e fazer novos amigos, assim abrindo possíveis intercâmbios de hospedagem. Viajando é quando consigo abstrair de todos os problemas de casa, do trabalho e da rotina. Mas, o mais importante, é que viajando é quando consigo estabelecer uma conexão comigo mesmo e repensar meus rumos.

(Adriano) Por ter uma rotina corrida e muito estressante acredito que o melhor de viajar é poder recagarregar as energias me desligando da rotina e conhecendo novas culturas.*

*Ao final desta resposta, Eduardo fez uma pequena intervenção dizendo que nem durante viagens internacionais de férias Adriano consegue se desligar completamente de sua casa, seus cachorros e dos negócios.

 

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Gus Dantas, publisher gusdantaslife, conhece a dupla Eduardo e Adriano há muitos anos e sabe que todos os seus empreendimentos se tornam um sucesso devido a dedicação e empenho em tudo o que fazem.  Com sua nova empreitada, o Solar do Alto, não será diferente.

 

 


4 comentários sobre “BATE-VOLTA com EDUARDO VICENTINI e ADRIANO YEDO

  1. Como o quebra-cabeça se monta com peças diferentes, neh?! Opiniões distintas e um carinho imenso entre eles. Tive o prazer imenso de conhece-los, e, com razão Gus, eles são demais! Sucesso!

  2. Gostei de ver um comentário de ler logo a cima sobre roteiro, eu também sempre achei roteiro de viajem deveria ser pela Europa a aquelas igrejinhas velhas etc…
    Gustavo trás novos modos de ver os roteiros mesmo..
    Parabéns

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